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	<title>Intera Consultoria</title>
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	<description>consultoria em Tecnologia da Informação</description>
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		<title>Inauguração do escritório de Belo Horizonte</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 18:15:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Intera Consultoria acaba de inaugurar o seu escritório na cidade de Belo Horizonte, localizado na Av. do Contorno, 6.594 &#8211; 17º Andar. O diretor-geral destacou a importância da Intera estar mais presente no estado de Minas Gerais que é &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Intera Consultoria acaba de inaugurar o seu escritório na cidade de Belo Horizonte, localizado na Av. do Contorno, 6.594 &#8211; 17º Andar. O diretor-geral destacou a importância da Intera estar mais presente no estado de Minas Gerais que é um dos pólos do desenvolvimento do país e um dos principais mercados do Brasil. Para maiores informações, entre em contato conosco <a href="mailto:adm@interaconsultoria.com.br" style="color:#999;">adm@interaconsultoria.com.br</a> ou através do telefone : (31) 3555-3371.</p>
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		<title>Entre o objetivo e o percurso</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 18:08:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No mundo dos negócios fala-se muito em projeto. Até em nossa vida pessoal usamos esse mesmo termo. Dizemos: projetos pessoais &#8211; para distinguir dos projetos que experimentamos dentro das empresas. A característica fundamental do projeto é que ele tem início, &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo dos negócios fala-se muito em projeto. Até em nossa vida pessoal usamos esse mesmo termo. Dizemos: projetos pessoais &#8211; para distinguir dos projetos que experimentamos dentro das empresas. A característica fundamental do projeto é que ele tem início, percurso e fim. Nada mais simples! Claro que o ponto fundamental do projeto é o fim. O projeto só existe por causa dele; é o fim que se busca; ele é o ponto de encontro de todos os esforços, é o que dá a direção para todos os envolvidos; é o que oferece o sentido de todas as ações a ele alinhadas. Olhando desse modo, o percurso é meramente a distância, quando não, o obstáculo que nos separa do fim. Dito de outro modo, ele é o preço a pagar para atingirmos o que queremos.<br/><br />
Para minimizar os efeitos do percurso – para encurtá-lo ou cumpri-lo no menor tempo possível -, usamos o nosso tão conhecido planejamento. Nele serão definidos os papéis, a divisão de tarefas, as atividades, e os &#8211; também muito conhecidos &#8211; check-points para verificar o andamento e os desvios de rota; os pontos de gargalo ou de risco. Estabelecemos todo um cronograma (Opa! Este também conhecemos!) de atividades e seccionamos o objetivos em metas. Agendamos reuniões de alinhamento e definimos estratégias de contingência. Conseguimos prever eventuais dificuldades e traçamos um plano de ação no intuito de contorná-los ou ao menos de minimizar seus impactos.<br/><br />
Ocorre que raras vezes teremos ao nosso dispor um time com a heterogeneidade de competências necessária para cumprir os específicos e diferenciados papeis estabelecidos. Pode ocorrer de termos ao nosso dispor excelentes planejadores que são mais morosos na execução. O próprio caráter de planejador já predispõe o indivíduo a uma agilidade para o pensamento, mas nem sempre para a ação. O complexo leque de capacidades do time pode não estar totalmente aprumado com as competências requeridas à consecução dos trabalhos. Isso certamente exigirá certa dose de esforço adicional, quando não, superação individual. Mas isso não é realmente ruim, somente é ruim se os envolvidos não estiverem dispostos a lidar com suas próprias limitações para ir além do já conhecido.<br/><br />
Outro ponto crítico é o embate de vaidades e de medos entre os membros da equipe. Ocorre, com freqüência, sobretudo quando se incentiva a competitividade entre colaboradores. Aquele com uma baixa auto-estima é capaz de “sabotar” os outros, na medida em que se vê em desvantagem na competição, quer seja por produtividade ou pelo crédito de algum acerto ou na eventual culpa por um erro. Em suma, quando o seu colaborador não se sente intimamente capaz vencer um determinado desafio, vai fazer com que ninguém o consiga, sabotando sistematicamente o processo.<br/><br />
Por outro lado é até benéfica alguma dificuldade no percurso. Se seu colaborador não for instigado a progredir, não for desafiado a superar seus limites, se não for orientado a ter objetivos próprios, vai perder a mobilidade, a dinâmica de crescimento e ficar estagnado dentro das paredes de sua própria competência, de sua zona de conforto, isso não lhe proporcionará nenhum aprendizado, nenhuma evolução. Mesmo as dificuldades entre os membros da equipe, podem funcionar como meio de ultrapassar as diferenças. Os conflitos, embora muitos os evitem, fazem parte da vida e nos exige transformação, mudança, superação, numa palavra: crescimento. Ao nos confrontar com as diferenças, sobretudo se não nos restar alternativa de fuga do conflito – o que ao meu modo de ver é ótimo –, os indivíduos em conflitos podem suportar um ao outro deixando armazenado, cada qual dentro de si mesmo, coisas do tipo: mágoa, rancor, ressentimento ou coisa que o valha. Ou simplesmente amadurecer com o processo. Ganhar maturidade em lidar com diferenças.<br/><br />
Esse tipo de crescimento só é possível quando o projeto atinge um nível crítico. Quando tudo está correndo dentro do planejado as diferenças desaparecem, mas a vida real não segue, ela não tem obrigação de seguir nosso planejamento. Não planejamos trânsito congestionado, chuvas torrenciais de verão, filho com febre, ou aquela comida que cai enviesada no estômago, muito embora sejam eventos totalmente previsíveis. E eles insistem em ocorrer mesmo não sendo bem-vindos no cronograma. Mesmo com tudo isso acontecendo os check-points não mudam de lugar dentro do planejamento, tampouco os prazos e as metas. Isso revela o quanto nosso planejamento é, em geral, pouco aderente a própria realidade. Revela também que os conflitos e as dificuldades, embora sejam inoportunas se temos em mente apenas o fim, são componentes naturais do percurso e deixam a maturidade, o crescimento e a evolução como legados preciosos.<br/><br />
Nosso trabalho, os projetos que nos envolvemos são como que um microcosmo da vida. Mais do que somente uma metáfora é o que é realmente importante na própria vida. Os obstáculos, as dificuldades, as diferenças são o que há de mais natural e corriqueiro. E tudo isso tem um sentido profundo de ser como é. É que nossa postura habitual busca, quase sempre, evitar o conflito, contornar as dificuldades – sem resolvê-las – se esquivar do debates, isto é, burlar a ordem natural da vida. Mas isso não fomenta o crescimento. Não correria nenhum risco em afirmar que as relações mais fortes são aquelas que tiveram a oportunidade de passar pelas mais duras provas. Tanto quanto mais amadurecidos são aqueles que passaram pelos mais duros combates.<br/><br />
Isso nos leva a rever o que realmente é mais importante nos projetos: Será que o importante é o fim? Se voltarmos nossos olhos apenas para o fim, o percurso como sempre é, passa a ser sempre obstáculo. Se mudarmos nosso olhar para a vivacidade do percurso e o percebermos com um modo de aproveitar todas as oportunidades de crescimento que o mesmo pode proporcionar, o fim será recoberto de uma camada adicional de importância, mas o percurso assumirá seu devido posto de primeiro lugar em importância não apenas nos projetos, mas na vida como um todo.<br/><br />
<em>Texto de Jadir Mauro Galvão</em></p>
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		<title>A importância e a peculiaridade da máquina &#8216;homem&#8217;, na produtividade das empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos no início do século XXI, momento em que as tecnologias, sobretudo da informação estão em franca ebulição. A cada momento as empresas são “obrigadas” a se atualizar tecnologicamente, metodologicamente, procurando se adequar às exigências do fervilhante mercado. As metodologias &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no início do século XXI, momento em que as tecnologias, sobretudo da informação estão em franca ebulição. A cada momento as empresas são “obrigadas” a se atualizar tecnologicamente, metodologicamente, procurando se adequar às exigências do fervilhante mercado. As metodologias e as diversas políticas de qualidade estão em voga, roubando o tempo, o foco e porque não dizer, o sono de muitos a todo o momento. Se um equipamento já não se adequar às necessidades prementes, simplesmente buscamos no mercado outro, mais versátil, ou mais especialista, ou mais produtivo, ou mais robusto, ou mais&#8230; Não importa, trocamos!<br/><br />
Com a &#8216;máquina homem&#8217; este processo não é simples assim, embora, grande parte das vezes o mecanismo adotado é o mesmo. Troca-se!<br/><br />
O homem é dotado de variáveis que fogem ao controle. Precisamos considerar os aspectos: motivação, interesse, objetivos próprios, auto-estima, saúde do individuo, o risco que este pode nos oferecer no caso de uma decisão inadequada. Imagine um piloto de avião, por exemplo! Mas o problema é que em algumas vezes o critério adotado tanto para os equipamentos inanimados quanto para os “animados” e até para os desanimados é o mesmo: A produtividade!<br/><br />
Para a máquina podemos trocar peças defeituosas, no homem não! Ligar a máquina em um final de semana, tudo bem, mas para o homem a coisa é diferente. Existem filhos, compromissos, descanso rotina, inúmeros fatores que são postos de lado em prol do &#8220;resultado&#8221;, da produtividade.<br/><br />
Este resultado é o &#8220;grande senhor&#8221; que rege nossas vidas! Se atingirmos o resultado: Vitória! Se não: Fracasso! Se produzimos nos sentimos dignos, com a auto-estima elevada, senão&#8230;<br/><br />
Ocorre que disso, muitas vezes, depende nosso sentimento de dignidade, de auto-estima, nos sentimos desprezíveis, com medo, se não estamos “produzindo”.<br />
Uma passagem de uma música do saudoso Gonzaguinha retrata muito bem isto que estamos falando:<br />
<em>&#8220;&#8230;o homem se humilha; se castram seus sonhos;  seu sonho é sua vida, e a vida é o trabalho; e sem o seu trabalho; um homem não tem honra&#8230; não dá pra ser feliz&#8230;&#8221;. </em><br/><br />
<strong>Mas, o mercado serve à vida ou a vida serve ao mercado?</strong><br />
Ocorre aqui uma inversão de prioridades. O que deveria estar atuando com vistas ao bem-estar, acaba provocando um mal-estar. Em busca da satisfação do ‘cliente’, estressamos os profissionais, que no mais das horas é o próprio ‘cliente’ e este mesmo torna mais severo com seu grau de exigência.<br/><br />
O trabalho se transforma no sacrifício diário que somos obrigados a fazer em prol de um status conquistado e aquilo que deveria ser o exercício do nosso talento com vistas ao bem da sociedade se transforma em dura e cruel competição. Seu companheiro de trabalho, que deveria ser seu colega, transforma-se em concorrente e as mais vis atitudes são contemporizadas tendo em vista esta premente guerra.<br/><br />
Mas não é, como poderia parecer, uma atitude com a qual a classe dominante nos impinge contra a nossa vontade. É decisão pessoal! Se pararmos para analisar “friamente”, conseguimos perceber o quanto a nossa conduta diária se encontra sutilmente contaminada por este paradigma e nossos comportamentos se encontram forrados por estes erros de processo, de tal forma que soa como sendo a coisa mais natural do mundo.<br/><br />
O homem acaba por se desumanizar, ou porque não dizer acaba por se “animalizar”.<br />
Aquele companheiro de equipe, quando não está, por um motivo ou outro qualquer, produzindo a contento, pode se transformar em um risco à produtividade da equipe e, portanto, a minha, colocando em risco a nossa reputação e porque não dizer nosso emprego. Portanto despedi-lo pode ser a “melhor solução”. Para o benefício de “todos”.<br />
Em algumas experiências, andando de ônibus em pleno horário de pico, tive a oportunidade de ver as pessoas se auto-submetendo a condições sub-humanas, só para chegar mais cedo em casa!<br/><br />
Vamos traçar um círculo vicioso:<br />
Uma pessoa se esqueceu de enviar um documento para uma apresentação que vai ocorrer às 14 horas. Chega as 12:30 h e ela pede um motoboy com urgência, para levar o documento ao destino previsto. As 13:30 sua amiga chega do almoço no shopping se queixando que um ‘maluco’ de um motoboy a fechou sem motivo algum quebrando o seu espelhinho retrovisor, correndo como um louco. Passou pela concessionária para ver se encontrava outro e ninguém a atendeu, pois estavam quase todos almoçando rapidamente, pois haveria uma apresentação e a maioria tinha sido convocada para assistir. A fila de clientes estava enorme e deixaram somente um ‘lerdo’ atendendo!<br />
Este e um quadro que se apresenta de forma cotidiana em nossas vida, desta forma ou de forma análoga.<br/><br />
O despotismo da produtividade entremeia nossos comportamentos, mina nossas capacidades, contamina nossos pensamentos e desnutre nossa identidade e deteriora nossas relações. E não há pílulas como antídoto! E uma questão de posicionamento ante a vida!<br/><br />
A autoridade do cronograma nos priva de vivências ímpares com nossos familiares, isso sem contar o disseminado, embora inócuo, método de alívio de stress que é ficar frente à TV vendo a novela das 8:00 ou seja lá a hora em que comece.<br />
Estamos nos tornando ‘Mecanismos Vivos’! Autômatos com enorme potencial mental em Stand-By. Por sorte a lei do uso e desuso de Lamark não vingou, no entanto Darwin cravou uma estaca em nossa personalidade frágil e por isso agradecemos em nossas preces diárias não ter sido engolido por algum tiranossauro rex de algum chefe desumano.<br/><br />
Uma mudança de atitude frente a isso pode gerar uma grande dor de cabeça, pois estaria remando contra a maré e no mundo corporativo este tipo de comportamento e punível com demissão, mas não mudar é perenizar e mais do que isso avalizar o status quo e ser cúmplice desse crime. A proposta não é ao estilo sindical com ameaças de greve ou coisa que o valha, mas sim uma solicitação premente ao repensar, um reposicionar-se perante a vida e ao outro. Estimular menos a competitividade insalubre substituindo-a por uma busca constante pela excelência pessoal.<br/><br />
É necessário um substancial senso de competência e uma alta auto-estima para questionar a autoridade do cronograma e inserir a humanidade entre os frios números e ultrapassar o que costumo chamar de ‘Hipocrisia institucionalizada‘, onde acabamos por desprezar a realidade, confiando mais nas instituições burocráticas profundamente abstratas e sem o menor sentido. Nos transformamos em animais teóricos! A luta pela sobrevivência é simplesmente para estar com a razão e, sobretudo estar dentro do prazo!<br/><br />
Não se trata de romper, de virar as costas para tudo isso, sair do jogo não mudas as regras! Mas de jogar o mesmo jogo visando outros objetivos e métodos mais humanos. No mundo competitivo estaremos em desvantagem e exatamente por isso precisamos ter mais senso de competência. Para jogar o mesmo jogo de outro modo e com outra finalidade.<br/><br />
<em>Texto de Jadir Mauro Galvão</em></p>
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		<title>Como você lida com a competitividade?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 19:28:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Competitividade é coisa séria! Nos esportes, tanto quanto no mundo corporativo esta é uma prática a que muitos recorrem. O cotidiano nos demonstra que determinadas posturas do esporte se replicam em outros vários ambientes. Vamos ao melhor estilo Lula fazer &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Competitividade é coisa séria! Nos esportes, tanto quanto no mundo corporativo esta é uma prática a que muitos recorrem. O cotidiano nos demonstra que determinadas posturas do esporte se replicam em outros vários ambientes. Vamos ao melhor estilo Lula fazer analogias com o futebol. Algumas pessoas usam do expediente de ficar agachado, reclamando daquela dor na perna fingindo contusão, escondidinhos no meio de campo, enquanto touceiras de grama estão saindo de sua defesa ante ao risco iminente de gol do adversário. Quando uma bola espirrada qualquer aparece no meio de campo, a dor na perna subitamente pára e num piquezinho aparece o gajo frente a frente com o goleiro adversário para marcar e se sentir o máximo. Quando isso ocorre contra um adversário é uma prática interessante. Mas no mundo corporativo a gente joga no mesmo time! Ao menos deveria ser assim! Enquanto o trabalho está comendo solto, tem gente se fingindo de morto, mas na hora de marcar o gol o camarada da um piquezinho e aparece na frente da área, que dizer do chefe, e mais rápido que o adversário, (ops!) quer dizer de seu companheiro de equipe e o põe a par de toda a situação, quer seja boa ou ruim, marca o gol e sai correndo ganhar os apupos da torcida.<br/><br />
Este tipo de procedimento é comum, tanto quanto os retranqueiros, os que fazem gols de mão, os que só dão de bico para fora, entre tantos outros estereótipos análogos e não queremos aqui apenas criticar estas posturas como sendo execráveis, embora o sejam. O problema é mais embaixo. Em verdade, ainda não sabemos lidar com a competitividade, melhor, não aprendemos a lidar com a derrota, com o erro, com o debate, com aquilo que não fazemos bem. Não temos maturidade emocional para lidar com certas situações, não temos confiança em nossa competência para dizer de modo claro: isso eu tenho competência para executar ou não, com a mesma tranqüilidade! A perspectiva de derrota nos amedronta. Estar errado tem sabor de três a zero para o adversário em plena final de campeonato. Esse tipo de sentimento na é privilégio de empregados subalternos. Pelo contrário! Conheci gerentes e até diretores de grandes empresas que eram sistematicamente assaltados por esse medo doentio de que algo não desse certo, como se estivesse em jogo a extinção da raça humana. Ou pior, o emprego dele! Não aprendemos a lidar com inseguranças, medos ou preocupações e colocamos em prática, atitudes que não gostaríamos que contassem aos nossos filhos, ou transformamos isso em algum tipo de esperteza que se torna ganho competitivo, justificando que qualquer um agiria assim como voce nas mesmas circunstâncias, sendo taxado de bobo aquele que assim não o fizer.<br/><br />
Verdadeiro é que grande parte das vezes agimos mal apenas para consertar situações que poderiam perfeitamente ser evitadas se estivéssemos um pouco mais conscientes em nossa atividade diária e nos livrássemos de determinados monstros que nós mesmos criamos. A maior parte do tempo, corremos como se estivéssemos fugindo de nós mesmos, corremos, corremos e tudo se torna urgente sem o menor sentido para que o seja. Em outros momentos ficamos lerdos e desleixados de nós mesmos, sem dedicar o zelo que seria necessário.  O fato é que quase sempre o fazemos sem consciência, atendendo mais a demandas externas ditadas pelas circunstâncias e menos a nossa demanda interna de opção consciente e com um propósito específico traçado de modo autônomo. Vemos-nos correndo, como cachorro, atrás do próprio rabo, sem saber o que fazer e as demandas externas se sucedem sem sentido nem motivo, absorvendo nossas ações e drenando nossa paz. Devemos ter, de modo consciente, claramente do que somos capazes e sistematicamente agir no sentido de superar nossos limites, sobretudo aqueles que nos amedrontam, pois só assim poderemos crescer. De nada adianta ficar só na banheira aguardando a bola no pé.   Devemos nos apropriar de nosso progresso e não aguardar que alguém nos dê ordem para que tal aconteça. O medo, a raiva e a preocupação somente nos assaltam quando estamos fora do controle. Quando já deveríamos estar no comando e não estamos. No comando de nossas emoções. Tudo bem, voce ainda não sabe como fazer isso.  Ninguém nasceu sabendo, mas já é hora de aprender.<br/><br />
<em>Texto de Jadir Mauro Galvão</em></p>
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		<title>Gerente de Contas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 15:03:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[- Se você busca trabalhar com um excelente time de profissionais em um ambiente dinâmico, desafiador e com tecnologias inovadoras em uma empresa que ofereça oportunidade de crescimento, então venha conversar conosco.
- Buscamos um profissional com experiência comercial com produtos e serviços de tecnologia, que seja dinâmico, pró-ativo, desenvolto, comprometido e determinado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Se você busca trabalhar com um excelente time de profissionais em um ambiente dinâmico, desafiador e com tecnologias inovadoras em uma empresa que ofereça oportunidade de crescimento, então venha conversar conosco.<br />
- Buscamos um profissional com experiência comercial com produtos e serviços de tecnologia, que seja dinâmico, pró-ativo, desenvolto, comprometido e determinado.</p>
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		<title>Desenvolvedor .Net nível Sênior</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 15:02:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[- Programação de coletores de dados móveis com código de barras e comunicação wireless.
- Programação de serviço web para integração com SAP via funções RFC.
- Banco de dados SQL Server e banco da dados de coletores (JSON).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Programação de coletores de dados móveis com código de barras e comunicação wireless.<br />
- Programação de serviço web para integração com SAP via funções RFC.<br />
- Banco de dados SQL Server e banco da dados de coletores (JSON).</p>
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		<title>Estagiário(a) Tecnologia da informação</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 15:02:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cursando Processamento de Dados, Ciências da Computação ou Sistemas da Informação. No máximo o penúltimo ano do curso;
Ter boa redação; conhecimento de sistemas operacionais Windows 9x, NT, 2000/XP; pacote Office 2000/XP; redes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cursando Processamento de Dados, Ciências da Computação ou Sistemas da Informação. No máximo o penúltimo ano do curso;<br />
Ter boa redação; conhecimento de sistemas operacionais Windows 9x, NT, 2000/XP; pacote Office 2000/XP; redes</p>
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		<title>Donec erat nibh, ornare aliquet varius ac, tincidunt sed arcun</title>
		<link>http://www.interaconsultoria.com.br/new/index.php/ed_anteriores/donec-erat-nibh-ornare-aliquet-varius-ac-tincidunt-sed-arcu/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 12:48:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ras accumsan lorem sit amet mi eleifend sit amet pharetra sem tincidunt. Proin id est nec nunc pretium viverra. Cras sed lorem eget nulla euismod elementum. Duis nibh velit, gravida in faucibus mollis, condimentum ac neque. Curabitur neque dui, malesuada &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ras accumsan lorem sit amet mi eleifend sit amet pharetra sem tincidunt. Proin id est nec nunc pretium viverra. Cras sed lorem eget nulla euismod elementum. Duis nibh velit, gravida in faucibus mollis, condimentum ac neque. Curabitur neque dui, malesuada a faucibus sit amet, viverra non nulla. Aliquam pulvinar nisl nulla, eu vehicula nisl. Curabitur pellentesque, tortor ut venenatis laoreet, enim nibh tincidunt lectus, ut convallis ante orci eget felis. Fusce a pretium lectus. Donec elementum porta turpis, sed aliquam nulla porttitor quis. Suspendisse id ipsum risus, id egestas lorem. Pellentesque tincidunt lacus in magna luctus sagittis nec venenatis metus. Donec id metus sed ante auctor tincidunt ut a tellus. Ut libero est, egestas in porttitor in, porttitor non tortor.<br/><br />
Aliquam sit amet tellus et orci lobortis porta. Fusce convallis urna in dui vehicula in consequat nibh feugiat. Praesent porta libero in urna viverra ut vulputate risus gravida. Donec feugiat purus ac dui convallis et lobortis tortor pulvinar. Maecenas id leo eget orci volutpat rutrum. Quisque ut nunc arcu. Etiam viverra, sapien ut fermentum rhoncus, eros turpis vulputate magna, sed tempor magna metus id risus. Mauris vel felis nec metus vehicula varius at iaculis dolor. Quisque volutpat convallis urna, id ullamcorper mi suscipit ut. Aenean gravida erat dui. Nulla ullamcorper erat sit amet lorem consectetur vestibulum. Fusce molestie, urna ac varius vehicula, quam nulla placerat augue, eu hendrerit ligula eros et lacus. In non est nisi, vulputate dictum neque. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas. Fusce semper mi ut odio gravida tincidunt. Aenean nec placerat felis. </p>
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		<title>IBM</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 11:00:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Somos Premier Business Partners, pois demonstramos habilidades e sucesso no mercado. Colaboramos ativamente com a IBM para entregar valor ao cliente através de soluções inovadoras significativas.<br />
Possuímos todos os benefícios dos níveis inferiores e um executivo da IBM para nos auxiliar, diferencial para todos nossos clientes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos Premier Business Partners, pois demonstramos habilidades e sucesso no mercado. Colaboramos ativamente com a IBM para entregar valor ao cliente através de soluções inovadoras significativas.<br />
Possuímos todos os benefícios dos níveis inferiores e um executivo da IBM para nos auxiliar, diferencial para todos nossos clientes.</p>
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		<title>Ingram Micro</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 10:55:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A maior rede de distribuição por atacado de produtos e serviços de tecnologia da informação. Nossa liderança global é impulsionada pelo valor que atribuímos ao relacionamento com os nossos parceiros de negócios, pela dedicação em manter, sempre, a mais abrangente disponibilidade de produtos, os melhores preços do mercado e os mais completos serviços de suporte técnico e comercial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior rede de distribuição por atacado de produtos e serviços de tecnologia da informação. Nossa liderança global é impulsionada pelo valor que atribuímos ao relacionamento com os nossos parceiros de negócios, pela dedicação em manter, sempre, a mais abrangente disponibilidade de produtos, os melhores preços do mercado e os mais completos serviços de suporte técnico e comercial.</p>
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